quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Efemeridade


O “ Sempiterno “

Dominar as terras, os mares, as galés
Teve o Homem por façanhas
E só o momento de pertença.
Tem o chão necessário para os pés,
Nuas as mãos qual sol na montanha
E um efémero olhar de hortênsia!


António Sousa





1 comentário:

profsilva disse...

António, gostei muito da tua poesia. Tem sentimento, com um perfume autobiográfico e pleno de emoção. mais uma vez digo: "Temos POETA". Continua a escrever. Tenho pena de não ver a tua poesia publicada.