Busca incessante
Procuro a Liberdade
Como quem procura o Santo Graal
Beduíno ao encontro de água no deserto
Após longa caminhada,
Quando pensa estar perto,
Longe está do oásis local!
Olho o firmamento
E vejo toda esta liberdade cintilante:
O sol rutilante
A gaivota que abraça o céu
Com suas asas ao vento,
O mar livre totalmente!
No entanto, esta liberdade
É limitada e pungente!
O sol pôr-se-á para reaparecer,
O mar vazará para encher,
A gaivota descerá para comer,
O Homem conquistá-la-á
Eternamente,
Como o agricultor,
Que ano após ano,
Semeia para colher!
António Sousa
1 comentário:
Em boa verdade, já encontrate a Liberdade.
Pelo menos aquele que mora nas tuas palavras.
E afinal, o que é necessário, para existir?
Não será PENSAR?
Abraço.
Visita-me. O Lema da minha porta é "Entra, quem és!"
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